Apostamos na experiência e inovação

como chave para atingir

uma produção sustentável e

um produto diferenciado

Para a Peixe da Ria é essencial ter um impacto positivo no meio ambiente e no bem-estar animal. Esta missão que está na base da forma como gerimos a nossa produção.

É, assim, fulcral continuarmos a investir em I&D para atingirmos um produto natural com uma qualidade diferenciada, que seja sustentável e justa para todos os seus intervenientes

Projeto I&D

Ração Saúde Dourada e Robalo

A pesca selvagem atingiu o limite em muitas regiões do mundo e a procura por pescado e derivados continua a aumentar. Assim, a aquacultura emergiu como a indústria de produção de alimentos que mais cresce em todo o mundo, constituindo-se, atualmente, como uma opção saudável, que iguala ou até supera o pescado proveniente da pesca selvagem, tanto ao nível da qualidade como da frescura.

Apesar dos fortes avanços tecnológicos, com vista a alterar práticas de produção, com vista à redução da mortalidade, a aquacultura continua ainda a padecer de alguma vulnerabilidade.

De forma de minimizar o impacto no ambiente e as perdas na produção de aquacultura, é necessário continuar a investir em investigação e desenvolvimento, nomeadamente no que respeita à prevenção ativa e sistemática do impacto dos agentes patogénicos nos peixes e na água.

É, para a Peixe da Ria, essencial conjugar estas preocupações com a sustentabilidade das práticas de cultivo, nos seus diversos eixos: seja pela redução de emissões para o meio ambiente, conseguida pelo aumento da digestibilidade dos ingredientes das dietas e pela promoção da integridade intestinal dos peixes; seja pela erradicação do uso de químicos, utilizando aditivos que promovam a saúde do pescado, garantindo sempre a sustentabilidade económica das produções aquícolas.

Partindo destas premissas, a Peixe da Ria, em conjunto com os seus parceiros, encontra-se a desenvolver um novo projeto de I&D – “Ração Saúde Dourada e Robalo”.

O objetivo do projeto é desenvolver dietas para robalo e dourada, com níveis adequados de proteína e energia, tendo em conta as necessidades nutricionais da espécie, promovendo a integridade intestinal e a resistência às doenças, de forma a obter melhorias no crescimento, FCR e no bem-estar animal. Pretende-se, por outro lado, estudar a qualidade sensorial do pescado cultivado com diferentes níveis de inclusão e diferentes combinações de ração, de modo a compreender a relação entre as propriedades organoléticas, sensoriais e zootécnicas da dourada e a sua alimentação.

Parceiros:

  • Aquasoja
  • CIMAR – Faculdade Ciências Universidade do Porto
  • IPA – Estação Piloto de Piscicultura de Olhão

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